FILOSOFIA DA MENTE: CAUSALIDADE E A QUEST?O DA VONTADE SILVA, M. F. A. O objetivo dessa an?lise ? tentar mostrar se a Vontade tem ou n?o fundamenta??o causal. No caso de haver uma base causal para a Vontade, qual a natureza dessa causa: f?sica e/ou mental ou de outra natureza. PALAVRAS-CHAVES: Mente-Filosofia, Causalidade, Vontade. ( 11 páginas 12 ref. 7 f.) Cadernos Centro Univers. S?o Camilo - Ano: 2005 Cod. C08 . 11 . 01 - 3 2005 - 1 F A
THOMAS HOBBES E O CONCEITO DE LIBERDADE: AN?LISES E LEITURAS DANTAS, H. O objetivo desse trabalho ? analisar o pensamento de Thomas Hobbes, e sua vis?o acerca do conceito de liberdade. PALAVRAS-CHAVES: Liberdade, Hobbes, Democracia ( 10 páginas 7 ref. 0 f.) Cadernos Centro Univers. S?o Camilo - Ano: 2005 Cod. C08 . 11 . 01 - 3 2005 - 2 E A
BIO?TICA NAS QUEST?ES DA VIDA E DA MORTE KOV?ES, M. J. O presente trabalho discute quest?es fundamentais acerca do fim da vida e da aproxima??o da morte. Como pano de fundo, apresenta uma reflex?o bio?tica sobre temas complexos, tais como: qualidade de vida, dignidade no processo de morrer e autonomia nas escolhas em rela??o ? pr?pria vida dos seus momentos finais. O avan?o da tecnologia m?dica favoreceu cura de doen?as e o prolongamento da vida, por?m, levada ao exagero, pode fazer com que o sofrimento seja adicionado ao que se prop?e ser um benef?cio, estimulando a discuss?o sobre quest?es relativas ao direito de decidir sobre o momento da morte, eutan?sia, suic?dio assistido e distan?sia. A classifica??o e a apresenta??o destes t?picos, sob v?rios ?ngulos, s?o os objetivos deste trabalho. Prop?e-se, ainda, a cria??o de espa?os para a multidisciplinar das quest?es apresentadas. PALAVRAS-CHAVES: Bio?tica; Morte ; Eutan?sia; Cuidados paliativos. ( 41 páginas 0 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2003 Cod. P17 . 14 . 2 - 8 2003 - 7 F A
UMA IRRESIST?VEL VOCA??O PARA CULTIVAR A PR?PRIA PERSONALIDADE ARANTES, P. E. Estudo da rela??o entre os judeus cultivados de Berlim (na figura de Rachel Varnhagem) e a cultura cl?ssica alem? por meio da an?lise do papel nela representado pela id?ia de personalidade,senha da ideologia dos mandarins alem?s. PALAVRAS-CHAVES: cultura cl?ssica alem?; bildung; rachel varnhagem; personalidade; mandarins alem?s. ( 36 páginas 51 ref. 0 f.) Trans/form/a??o Revista de Filosofia - Ano: 2003 Cod. T05 . 26 . - 0 2003 - 1 F A
UMA ABORDAGEM NATURALISTA DA CONSCI?NCIA HUMANA J?NIOR, A. P. Abordo neste trabalho alguns dos principais problemas filos?ficos concernentes a uma concep??o naturalista da consci?ncia humana, assim como algumas evid?ncias dispon?veis na neuropsicologia e neurofisiologia, sobre a rela??o entre atividade cerebral e experi?ncia consciente. PALAVRAS-CHAVES: consci?ncia; neuropsicologia; neurofisiologia; epistemologia; mente. ( 33 páginas 72 ref. 0 f.) Trans/form/a??o Revista de Filosofia - Ano: 2003 Cod. T05 . 26 . - 0 2003 - 4 F A
AS PSICOLOGIAS NA MODERNIDADE TARDIA: O LUGAR VACANTE DO OUTRO FREIRE, J. C. O trabalho prop?e uma escuta ?tica das psicologias contempor?neas, a partir da ?tica da alteridade radical de Emmanuel L?vidas. O lugar do Outro, em quatro abordagens significativas da teoriza??o e da aplica??o psicol?gicas - behaviorismo radical, psicogen?tica, abordagem centrada na pessoa e an?lise existencial - ? identificado e confrontado com as exig?ncias da ?tica levinasiana. PALAVRAS-CHAVES: ?tica, Psicologia, Alteridade, Subjetividade, Modernidade. ( 22 páginas 40 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2001 Cod. P17 . 12 . 02 - 12 2001 - 4 F A
AS DIMENS?ES ESPIRITUAL E RELIGIOSA DA EXPERI?NCIA HUMANA: DISTIN??ES E INTER-RELA??ES NA OBRA DE VIKTOR FRANKL JUNIOR, A. G. C. et al. Descrevemos a dimens?o no?tica procurando explicitar suas caracter?sticas essencialmente humanas e suas express?es inconscientes. Analisamos que no fen?meno da consci?ncia moral, o homem considera o car?ter transcedente desta - atrav?s da intui??o - podendo dizer Tu a esta transcend?ncia e constituir um relacionamento que se configura como experi?ncia religiosa. PALAVRAS-CHAVES: Frankl, Emil Viktor, Dimens?o no?tica, Consci?ncia moral, Experi?ncia religiosa. ( 9 páginas 8 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2001 Cod. P17 . 12 . 02 - 12 2001 - 5 E A
teste dssssssssss teste dsssssss teste dsssssssssssss ( 12 páginas 12 ref. 12 f.) Cadernos Centro Univers. S?o Camilo - Ano: 2001 Cod. C08 . 11 . 11 - 11 2001 - 1 A A
teste 2 2 2 ( 2 páginas 2 ref. 2 f.) Cadernos Centro Univers. S?o Camilo - Ano: 2001 Cod. C08 . 1 . 1 - 1 2001 - 2 A A
O CORPO COMO PRINC?PIO BOLOGNESI, M. F. A mat?ria-prima do espet?culo de circo ? o corpo, ora sublime, ora grotesco. O corpo sublime, no ch?o ou nas alturas, desafia, em forma de espet?culo, as leis naturais. No momento seguinte, o espet?culo ? interrompido e o p?blico ? acometido pela descontra??o e pelo grotesco dos palha?os. O espet?culo circense, assim, se desloca, com facilidade a maestria, entre o riso e a morte. PALAVRAS-CHAVES: circo; palha?o; riso. ( 12 páginas 28 ref. 0 f.) Trans/form/a??o Revista de Filosofia - Ano: 2001 Cod. T05 . 24 . - 0 2001 - 1 F A
OS EFEITOS DO CORA??O NA HIST?RIA DA CULTURA BRASILEIRA (DO S?CULO XVI AO S?CULO XVII) MASSIMI, M. Este trabalho aborda a constru??o de conceitos sobre os afetos na produ??o cultural do Brasil ao longo dos s?culos XVI e XVII. A experi?ncia emocional ? interpretada, nesta perspectiva, com base na psicologia filos?fica de inspira??o aristot?lico-tomista. PALAVRAS-CHAVES: hist?ria das id?ias psicol?gicas; hist?ria das paix?es; psicologia e cultura brasileira. ( 8 páginas 28 ref. 0 f.) Temas sobre Psicologia - Ano: 2000 Cod. T01 . 8 . 2 - 12 2000 - 4 D A
?TICA E FENOMENOLOGIA NA FORMA??O EM PSICOLOGIA GOMES, W. B. et al. O presente estudo sugere como uma fenomenologia reflexiva, emp?rica e descritiva pode contribuir para o desenvolvimento de um cr?tica epistemol?gica ?tica. Para tanto, recorre aos tropos de linguagem para elucidar estruturas representativas atribu?das a rela??es entre objetos e conceitos, em diferentes possibilidades contextuais. A an?lise apresentada ressalta que o exerc?cio cr?tico deve ser movido por uma ?tica para a descoberta e n?o de uma ?tica para afirmativa dos pr?prios vieses. PALAVRAS-CHAVES: fenomenologia; forma??o; ?tica; semi?tica; psicologia. ( 11 páginas 24 ref. 1 f.) Temas sobre Psicologia - Ano: 2000 Cod. T01 . 8 . 2 - 12 2000 - 7 F A
BIO?TICA E INTERDISCIPLINARIDADE: DIREITOS DE PACIENTES E ACOMPANHANTES NA HOSPITALIZA??O CREPALDI, M. A. Este trabalho tem como tem?tica principal a bio?tica aplicada ? atua??o de profissionais de sa?de no contexto hospitalar. Tem como objetivo principal apresentar e discutir aspectos das condutas dos profissionais de sa?de junto a pacientes hospitalizados e seus acompanhantes, e de conjunturas da institui??o hospitalar, que ferem os aspectos ?ticos no trato com os usu?rios. Esta institui??o utiliza-se das contribui??es da ci?ncia, do saber m?dico e do avan?o da tecnologia para melhorar a assist?ncia destinada ? popula??o em geral, mas nem sempre consegue reunir avan?o t?cnico competente e assit?ncia humanizada. PALAVRAS-CHAVES: Bio?tica, profissionais de sa?de, assist?ncia humanizada, interdisciplinaridade. ( 6 páginas 7 ref. 0 f.) Paid?ia - Cadernos de Psicologia e Educa? - Ano: 1999 Cod. P01 . 9 . 16 - 7 1999 - 8 C A
RIR ? O PR?PRIO DO HOMEM NASCIMENTO, C. A. R. Este pequeno texto tenta investigar as origens do conhecimento exemplo o riso ? o pr?prio do homem. Conclui-se que, se n?o a origem, a difus?o do exemplo encontra-se na Isagoge de Prof?rio. PALAVRAS-CHAVES: riso;o pr?prio; predic?veis; l?gica; prof?rio. ( 6 páginas 20 ref. 0 f.) Trans/form/a??o Revista de Filosofia - Ano: 1999 Cod. T05 . 22 . - 0 1999 - 2 C A
POPPER E O EFEITO ?DIPO OLIBEIRA; M. B. O t?pico ? o fen?meno denominado por Popper efeito ?dipo, e suas implica??es para epistemologia anal?tico-positivista, em particular para o Princ?pio de Unidade da Ci?ncia. Com refer?ncia a Popper, a tese defendida ? a de que ele n?o teve sucesso na tentativa de resolver as inconsist?ncias geradas em sua obra pelo reconhecimento da possibilidade do efeito ?dipo nas ci?ncias humanas. PALAVRAS-CHAVES: naturalismo; positivismo; profecias auto-realiz?veis; profecias auto-refut?veis; indeterminismo. ( 10 páginas 9 ref. 0 f.) Trans/form/a??o Revista de Filosofia - Ano: 1999 Cod. T05 . 22 . - 0 1999 - 3 E A
COMIT?S DE ?TICA E IMPLICA??ES PARA A PESQUISA TEIXEIRA, A. M. S. Este artigo faz uma an?lise comportamental das rela??es estabelecidas entre Comit?s de ?tica e Pesquisa com sujeitos humanos em Psicologia. A Resolu??o 196/96 que regula a pesquisa com humanos e as atribui??es dos Comit?s de ?tica s?o descritas como fonte de est?mulos controladores. PALAVRAS-CHAVES: ?tica, controle ?tico do comportamento; cidadania. ( 9 páginas 3 ref. 0 f.) Caderno de Psicologia/UMFG - Ano: 1998 Cod. C03 . 8 . 1 - 12 1998 - 1 E A
A HYBRIS DA ONISCI?NCIA E O DESAFIO DA COMPLEXIDADE CERUTI, M. A hist?ria do pensamento cient?fico contempor?neo, desde o fim do s?culo XIX, ? a hist?ria da descoberta da hybris da onisci?ncia, assentada nos princ?pios epistemol?gicos redicalizados pelas ci?ncias cl?ssica e moderna: a no??o de m?todo como instrumento de purifica??o da atividade cient?fica, a id?ia de finitude do conhecimento humano definida em rela??o ? infinitude do conhecimento divino, a no??o de lei, de paradigma, de progresso da ci?ncia e os crit?rios de demarca??o entre natureza e hist?ria, racional e irracional, sapi?ncia e dem?ncia, normal e patol?gico, problemas verdadeiros e pseudoproblemas, ci?ncia e metaf?sica. PALAVRAS-CHAVES: filosofia da ci?ncia; epistomologia; epistomologia da complexidade; pensamento cient?fico contempor?neo. ( 30 páginas 64 ref. 0 f.) Caderno de Psicologia/UMFG - Ano: 1998 Cod. C03 . 8 . 1 - 12 1998 - 22 F A
SOBRE A ?TICA DAS PR?TICAS PSI: FELICIDADE E CIDADANIA BRAND?O, E. P. Novas pr?ticas na rela??o entre psicologia e sofrimento mental conduzem a novas pol?ticas diante do sofrimento mental e dos direitos humanos. ( 10 páginas 16 ref. 6 f.) Psicologia Ci?ncia e Profiss - Ano: 1998 Cod. P08 . 18 . 1 - 3 1998 - 1 E A
CONSIDERA??ES SOBRE O PRINC?PIO DE AUTONOMIA SEGRE, M. O autor discorre sobre o princ?pio de Autonomia, um dos tr?s polos em torno dos quais, segundo os bioeticistas modernos, gravita o relacionamento entre o paciente e o profissional da sa?de. Este trabalho visa ao delineamento da autonomia, no seu sentido mais puro, abstratamente, reconhecendo a inaplicabilidade plena, na pr?tica, desse conceito. Ele procura demonstrar que autonomia, conceitualmente, n?o ? algo que se ortoga a quem consideramos desenvolvido (em termos de personalidade), e sim uma condi??o intr?nseca de todo ser vivo, n?o obstante as limita??es de toda ordem que ele sempre tem. PALAVRAS-CHAVES: Autonomia, Bio?tica, Direitos humanos. ( 6 páginas 18 ref. 0 f.) Medicina - Ano: 1995 Cod. M01 . 28 . 1 - 3 1995 - 2 C A
SOBRE A PERVERS?O DA ?TICA MINERBO, M. Qual o mecanismo ps?quico implicado no perverter? A an?lise de um trecho de Dostoievski mostra em a??o o que se poderia chamar de ?tica da roleta. ( 6 páginas 3 ref. 0 f.) Percurso- Revista de Psican?lise - Ano: 1994 Cod. P02 . 07 . 13 - 12 1994 - 7 C A
A ?TICA COMO INVEN??O SINGULAR DA VIDA CROMBERG, R. U. A ?tica da psican?lise ? a da toler?ncia e do respeito ao desejo singular. Mas seu principal advers?rio ? a agressividade que nos invade quando se frustam nossos desejos onipotentes. ( 7 páginas 15 ref. 0 f.) Percurso- Revista de Psican?lise - Ano: 1993 Cod. P02 . 06 . 11 - 12 1993 - 9 D A
A RELA??O ENTRE O PROFISSIONAL DE SA?DE E O SEU CLIENTE SOB O PRISMA DO PRINC?PIO DA AUTONOMIA FERRAZ, F. C. A autonomia ? a possibilidade dos sujeitos - cliente e profissional - agirem de acordo com suas cren?as morais. A condi??o para a autonomia do sujeito seria o acesso ao reconhecimento da alteridade: ser aut?nomo ? ter o direito de autodeterminar-se e de, simultaneamente, suportar que o outro fa?a o mesmo. N?o h? autonomia sem senso de reciprocidade e toler?ncia. PALAVRAS-CHAVES: Autonomia, bio?tica, ?tica. ( 9 páginas 18 ref. 0 f.) Pulsional Revista de Psican?lise - Ano: 2003 Cod. P23 . 16 . 174 - 10 2003 - 5 E B
SER OU N?O SER IMPRESCIND?VEL BIRMAN, J. Um analista decide interromper por um ano sua pr?tica cl?nica para pesquisar e estudar no Exterior. Outros analistas se escandalizam, o invejam, o acusam... Por que? Do que? ( 10 páginas 1 ref. 0 f.) Percurso- Revista de Psican?lise - Ano: 1996 Cod. P02 . 08 . 16 - 6 1996 - 1 E B
FACES PARADOXAIS DA REDE UCH?A, A. R. A rede mundial de computadores ? aqui mostrada com potencial tanto para favorecer uma melhor tessitura homem X outros homens X mundo concreto quanto para alimentar um afrouxamento destas rela??es. ( 7 páginas 21 ref. 0 f.) Percurso- Revista de Psican?lise - Ano: 1996 Cod. P02 . 08 . 16 - 6 1996 - 10 D B
?TICA NEOPRAGM?TICA E PSICAN?LISE LOPARIC, Z. Este artigo apresenta, vigorosamente, as obje??es de um fil?sofo ? ess?ncia da postura neopragm?tica, da qual decorrem, segundo ele, conseq??ncias nefastas para a disciplina freudiana. ( 10 páginas 16 ref. 0 f.) Percurso- Revista de Psican?lise - Ano: 1995 Cod. P02 . 07 . 14 - 6 1995 - 10 E B