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Psicologia Cient?fica Associacionismo e Gestalt / Psican?lise / Behaviorismo / Existencial-Human?stica / Hol?stica / Fenomenol?gica / Psicologia Experimental / Psicologia Psicol?gica / Psicologia dos Estados Alterados da Consci?ncia
 
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:: A- Trabalho ou Artigo Cl?nico, de Divulga??o, Revis?o de Literatura

UMA AVALIA??O DAS CR?TICAS DE CHOMSKY AO VERBAL BEHAVIOR ? LUZ DAS R?PLICAS BEHAVIORISTAS
JUSTI, F. R. R. et al.
Os cognitivistas t?m assumido que as cr?ticas de Chomsky ao verbal Behavior refutaram definitivamente a proposta skimeriana. No entanto, mesmo com mais de dez anos de atraso, as r?plicas behavioristas ? resenha de Chomsky come?aram a aparecer. O presente trabalho faz uma revis?o desse debate tendo como foco o poss?vel car?ter definitivo das cr?ticas de Chomsky. PALAVRAS-CHAVES: chomsky; skinner; comportamento verbal.
( 8 páginas 26 ref. 0 f.) Psicologia: Teoria e Pesquisa - Ano: 2004
Cod. P16 . 20 . 03 - 12 2004 - 7 D A

NOTAS SOBRE A NO??O DE INCONSCIENTE EM WUNDT E LEIBNIZ
HONDA, H. et al.
O artigo inicia disutindo os equ?vocos da leitura dos psic?logos anglo-americanos, motivados pela perspectiva empirista a partir da qual tentaram compreender a psicologia de wundt. Em seguida, discute a no??o de inconsciente em wundt e mostra sua vincula??o com o recionalismo da filosofia de leibiniz. PALAVRAS-CHAVES: inconsciente; wundt; leibniz.
( 3 páginas 8 ref. 0 f.) Psicologia: Teoria e Pesquisa - Ano: 2004
Cod. P16 . 20 . 03 - 12 2004 - 8 B A

AN?LISE DO PAPEL DE VARI?VEIS SOCIAIS E DE CONSEQU?NCIAS PROGRAMADAS NO SEGUIMENTO DE INSTRU??ES
ALBUQUERQUE, N. M. A. et al.
Investigando o papel da monitoriza??o no seguimento de instru??es, 12 crian?as foram expostas a um procedimento de escolha segundo o modelo. A tarefa era tocar um dos est?mulos de compara??o na presen?a de um est?mulo contextual. As respostas corretas evitaram e as incorretas produziam perda de refor?adores. PALAVRAS-CHAVES: Comportamento governado por regras; monitoriza??o; perda de refor?adores; procedimento de escolha segundo o modelo; crian?as.
( 12 páginas 28 ref. 3 f.) Psicologia Reflex?o e Cr?tica - Ano: 2004
Cod. P15 . 17 . 1 - 0 2004 - 5 F A

O INTERMEDI?RIO NA ABORDAGEM PSICANAL?TICA DA CULTURA
KA?S, R.
O artigo discute quest?es que tratam do mal-estar do mundo moderno e suas agudas transforma??es que afetam as estruturas familiares, os v?nculos intergeracionais, a rela??o entre os sexos e as estruturas de autoridade e de poder. Estas quest?es s?o focalizadas ? luz da figura te?rica do Intermedi?rio: fun??es do intermedi?rio no campo da vida social e da cultura. PALAVRAS-CHAVES: Cultura; Processos sociais; Civiliza??o; Modernidade; Identidade; Grupo; Fam?lia.
( 19 páginas 6 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2003
Cod. P17 . 14 . 3 - 12 2003 - 2 F A

TRANSMISS?O PS?QUICA ENTRE AS GERA??ES
CORREA, O. B. R.
O reconhecimento da aliena??o da subjetividade, comprometida numa transmiss?o ps?quica geracional defeituosa, possibilita um novo olhar cl?nico sobre as patologias da modernidade. O v?nculo m?e-beb? e o grupo familiar constituem o ber?o ps?quicodo sujeito, constitu?do por uma tecelagem grupal geracional que poder?amos denominar arquivos de fam?lia. Os processos de transmiss?o s?o sustentados por mecanismos de identifica??o junto a um interjogo de proje??es-introje??es e incorpora??es, assim como por uma refer?ncia ao superego parental. Neste espa?o ps?quico intersubjetivo se processa a transmiss?o ps?quica geracional, que precisa ser metabolizada e sofrer transforma??es. PALAVRAS-CHAVES: Gera??es; Subjetividade; Psican?lise.
( 11 páginas 9 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2003
Cod. P17 . 14 . 3 - 12 2003 - 3 F A

O TRABALHO PS?QUICO DA INTERSUBJETIVIDADE
FERNANDES, M. I. A.
O presente trabalho procura refletir sobre o trabalho ps?quico da intersubjetividade nos grupos. Trata-se de pens?-lo na rela??o com a ruptura de investimentos durante o processo de Transforma??o x Cria??o, em primeiro lugar. A partir desse ponto, discutiremos a rela??o entre Transforma??es, Trabalho e Dispositivo. Neste caso pensamos nas possibilidades de interven??o, refletindo sobre a interven??o grupal. A quest?o a Transmiss?o Ps?quica entre gera??es ser? focalizada, fundamentalmente, no que se refere aos tempos l?gicos do recalque. PALAVRAS-CHAVES: Intersubjetividade; Psicologia social; Grupo.
( 9 páginas 10 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2003
Cod. P17 . 14 . 3 - 12 2003 - 4 E A

DUAS NOTAS SOBRE O INTINER?RIO DA PSICAN?LISE
HERRMANN, F.
Neste artigo, discutem-se os rumos da implanta??o da Psican?lise em S?o Paulo, na Universidade e na Sociedade Brasileira de Psican?lise de S?o Paulo. Assinalam-se algumas peculiaridades e diferen?as dos dois movimentos de propaga??o, bem como sua inter-rela??o. PALAVRAS-CHAVES: Psican?lise; Hist?ria da psican?lise; universidade.
( 10 páginas 4 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2003
Cod. P17 . 14 . 3 - 12 2003 - 7 E A

A PESQUISA CL?NICA EM PSICAN?LISE
SAURET, M. J.
A pesquisa em psican?lise pertence a uma nova etapa da ci?ncia moderna: no campo da matem?tica, admitindo que ela seja consistente, conclui-se que existem proposi??es verdadeiras que n?o s?o demontr?veis, revelando a incompletude do sistema. Isso teve efeitos sobre as v?rias ?reas do saber. ? nesse contexto que Lacan se empenha em formalizar o discurso anal?tico e produzir os matemas suscet?veis de indexar o real em jogo na experi?ncia psicanal?tica. PALAVRAS-CHAVES: Psican?lise; Ci?ncia; Cl?nica psicanal?tica; Pesquisa.
( 16 páginas 12 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2003
Cod. P17 . 14 . 3 - 12 2003 - 8 F A

INTERVEN??ES NO AUTISMO A PARTIR DA PSICAN?LISE
KUPFER, M. C. M.
SEM RESUMO.
( 3 páginas 9 ref. 0 f.) Temas sobre Desenvolvimento - Ano: 2003
Cod. T02 . 12 . esp. - 12 2003 - 5 B A

A TEORIA FREUDIANA DA CONSCI?NCIA
GOMES, G.
Reunindo refer?ncias esparsas em sua obra, o artigo investiga quais as concep??es de Freud sobre a consci?ncia e como elas se articulam no corpo de sua teoria e com a pr?tica psicanal?stica. A consci?ncia ? vista como percep??o do mundo exterior, de sentimentos e de processos do pr?-consciente. Resulta da atividade de um sistema espec?fico (o sistema percep??o-consci?ncia). A supera??o das resist?ncias leva uma representa??o inconsciente a se tornar pr?-conscientes. A consci?ncia n?o ? uma propriedade intr?nseca de certos sentimentos e pensamentos. Estes n?o s?o necessariamente o que parecem ser para o pr?prio sujeito. O processo pelo qual certas representa??es pr?-conscientes, mais dur?veis, se tornam transitoriamente conscientes pode abrir o caminho para a suspens?o de recalque. PALAVRAS-CHAVES: Consci?ncia; inconsciente; psican?lise; metapsicologia; Freud.
( 9 páginas 41 ref. 0 f.) Psicologia: Teoria e Pesquisa - Ano: 2003
Cod. P16 . 19 . 2 - 9 2003 - 2 E A

FREUD: UM MONISTA MENTALISTA?
C?NDIDO, C. L.
? poss?vel conceber a mente como um processo que emerge do corpo sem que possa ser reduzida a ele? Argumentamos que, ao situar as opera??es cerebrais mais pr?ximas do terreno do significado, Freud desenvolve uma perspectiva energ?tica do psiquismo que, al?m de se aproximar da moderna teoria cient?fica da complexidade auto-organizada, ? capaz de questionar as defini??es e categorias dualistas que tradicionalmente s?o aplicadas ? rela??o mente-corpo. Com isso, Freud nos permite pensar em um corpo vivencial e multidimensional que difere do corpo abstrato da Modernidade, paradigm?tico ainda hoje para a maior parte das ci?ncias que pesquisam o comportamento humano. PALAVRAS-CHAVES: monismo; mentalismo; psican?lise; neuroci?ncias.
( 7 páginas 31 ref. 0 f.) Psicologia: Teoria e Pesquisa - Ano: 2003
Cod. P16 . 19 . 2 - 9 2003 - 3 D A

CONSTRUCIONISMO SOCIAL E METAPSICOLOGIA: UM DI?LOGO SOBRE O CONCEITO DE SELF
GUANAES, C. et al.
O conceito de self tem sido central nas teorias da psicologia cl?nica, sendo dif?cil encontrar, neste campo, estudos que prescindam desta no??o. Contudo, alguns te?ricos t?m questionado concep??es mais conhecidas de self, apontando seu car?ter constru?do e situado. Neste artigo, apresentamos o modo como o self tem sido descrito em algumas propostas psicanal?ticas e construcionistas sociais, visando a constru??o de algumas diferen?as entre elas. Buscamos, assim, favorecer uma aproxima??o sobre o pr?prio processo de produ??o de conhecimento sobre o mundo e sobre o self. PALAVRAS-CHAVES: construcionismo social; teoria psicanal?tica; self.
( 9 páginas 40 ref. 0 f.) Psicologia: Teoria e Pesquisa - Ano: 2003
Cod. P16 . 19 . 2 - 9 2003 - 4 E A

O RATO SNIFFY VAI ? ESCOLA
TOMANARI, G. Y. et al.
Sniffy Pro - O Rato Virtual ? um programa de computador, acompanhado de um manual de laborat?rio, que tem como proposta servir de recurso did?tico aplicado ao ensino introdut?rio de An?lise Experimental do Comportamento, em especial ?s atividades pr?ticas normalmente desenvolvidas em laborat?rios de condicionamento operante que empregam ratos como sujeitos e caixas de Skinner como equipamento experimental. O objetivo do presente artigo ? analisar Sniffy Pro no tocante aos aspectos concernentes ? sua pertin?ncia e adequa??o como material de ensino. Segundo os autores de Sniffy Pro, este aplicativo seria atraente pelo que representa em termos de tecnologia informatizada, pelo seu baixo custo, pela sua facilidade de uso e pela economia de tempo que propicia. PALAVRAS-CHAVES: Sniffy Pro; atividades de laborat?rio; material de ensino.
( 6 páginas 21 ref. 0 f.) Psicologia: Teoria e Pesquisa - Ano: 2003
Cod. P16 . 19 . 2 - 9 2003 - 7 C A

REICH A POSSIBILIDADE DO BEM-ESTAR NA CULTURA
ALBERTINI, P.
Numa entrevista dada em 1952, Reich afirmou que o texto freudiano O mal-estar na cultura fora escrito em resposta a uma confer?ncia que proferia na casa do Freud sobre o tema profilaxia das neuroses. Inspirado nesse depoimento, este trabalho procura investigar as teses reichianas que se contrap?em ao pensamento freudiano de O mal-estar na cultura. iferenciam-se as posi??es dos autores a partir das id?ias de conflito inevit?vel (Freud) e de possibilidade de harmonia (Reich). As principais no??es focalizadas s?o as de: sexualidade, agressividade e forma??o reativa. PALAVRAS-CHAVES: Reich; Wilhelm; Freud; Sigmund; Sexualidade; Agressividade; Forma??o reativa.
( 29 páginas 27 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2003
Cod. P17 . 14 . 2 - 8 2003 - 5 F A

O M?GICO JOGO DE AREIA EM PESQUISA
FRANCO, A. et al.
Este trabalho apresenta o jogo de areia conforme concebido por kalff (1980) numa abordagem te?rica junguiana. Consideram-se alguns dos estudos que validam sua aplica??o em servi?os p?blicos de sa?de, assim como com pacientes com c?ncer, v?timas de abusos e outros casos cl?nicos. A expans?o cl?nica do jogo de areia como uma m?todo psicoterap?utico n?o verbal ? tamb?m discutida. Considera-se e justifica-se, ainda, a necessidade do uso do jogo de areia como objeto de pesquisa. Tamb?m s?o apresentadas algumas possibilidades de pesquisa acad?mica na psicologia cl?nica, enfocando-se suas propriedades projetivas e diagn?sticas. PALAVRAS-CHAVES: Jogo de areia; Psicologia junguiana; Pesquisa.
( 24 páginas 49 ref. 3 f.) Psicologia USP - Ano: 2003
Cod. P17 . 14 . 2 - 8 2003 - 6 F A

A NARRATIVA NA PESQUISA SOCIAL EM SA?DE: PERSPECTIVA E M?TODO
LIRA, G. V. et al.
A narrativa ? uma t?cnica de pesquisa que tem sido utilizada no ?mbito da Antropologia M?dica como forma de acesso e de reconstru??o da experi?ncia da doen?a. Esta ?ltima, de fato, tem sido reconhecida por autores da ?rea como imprescind?vel ao estabelecimento de um di?logo mais emp?tico e ?tico entre o profissional de sa?de e o paciente e a sua rede de cuidados. Neste artigo, vinculamos o conceito e a estrutura da experi?ncia da doen?a ao conceito e estrutura da narrativa, descrevendo suas contribui??es ao campo da pesquisa, os tipos de pesquisa em que pode ser empregada, os tipos de narrativas em que s?o traduzidas as experi?ncias humanas, os procedimentos para a sua elicia??o, bem como as t?cnicas de an?lise do dados delas obtidos. PALAVRAS-CHAVES: Narra??o; Rela??es m?dico-paciente; Pesquisa qualitativa; Comportamento verbal; Comunica??o.
( 8 páginas 17 ref. 4 f.) Rev. Bras. Promo??o da Sa?de - Ano: 2003
Cod. R-20 . 16 . 1e2 - 0 2003 - 4 D A

NOTAS SOBRE A PASSIVIDADE EM MERLEAU-PONTY
FERRAZ, M. S. A.
Neste texto tenta-se avaliar a dimens?o do tema da passividade em algumas obras de Merleau-ponty. Parte-se da an?lise de Husserl e acompanha-se a reflex?o merleau-pontyana sobre a organiza??o espont?nea do sentido na vida do corpo e no exerc?cio da fala. PALAVRAS-CHAVES: fenomenologia; passividade; linguagem; subjetividae; corpo.
( 20 páginas 11 ref. 0 f.) Trans/form/a??o Revista de Filosofia - Ano: 2003
Cod. T05 . 26 . - 0 2003 - 3 F A

A NO??O LACANIANA DA SUBVERS?O DO SUJEITO
CHAVES, W. C.
O presente trabalho visa elaborar a id?ia de sujeito em Lacan. Inicialmente, determinado pelo aspecto social, em seguida pela dimens?o imagin?ria, e por ?ltimo, pela dimens?o da linguagem, subvertido assim ao significante. Apos ter feito essa digress?o, esclarece-se, a medida do poss?vel, a id?ia lacaniana do sujeito, atrav?s da an?lise da no??o de subvers?o do sujeito. A an?lise dessa no??o consiste, basicamente, em um coment?rio do texto Subvers?o do Sujeito e Dial?tica do Desejo no Insciente Freudiano. PALAVRAS-CHAVES: Subvers?o do sujeito; Teoria lacaniana; Psican?lise.
( 6 páginas 10 ref. 5 f.) Psicologia Ci?ncia e Profiss - Ano: 2002
Cod. P08 . 22 . 4 - 12 2002 - 7 C A

ENLACES TRANSFERENCIAIS
PINHEIRO, N. N. B.
O presente artigo tem como objetivo apresentar a viabilidade e adequa??o do m?todo e da t?cnica psicanal?ticos no desenvolvimento de atendimentos transcorridos em ambiente ambulatorial institucional. Atrav?s de uma ilustra??o cl?nica, o autor problematiza o trabalho psicanal?tico a partir dos v?nculos transferenciais implicados nos processos: transfer?ncia com o analista/transfer?ncia com a situa??o. PALAVRAS-CHAVES: Transfer?ncia; Cl?nica psicanal?tica; Psican?lise no ambulat?rio.
( 8 páginas 10 ref. 4 f.) Psicologia Ci?ncia e Profiss - Ano: 2002
Cod. P08 . 22 . 2 - 6 2002 - 5 D A

ACOMPANHAR ? UMA BARRA
RIBEIRO, T. C. C.
Este artigo apresenta o acompanhamento psicoterap?utico como uma das formas de atua??o do psic?logo na cl?nica das psicoses. Os objetivos dessa modalidade de tratamento centram-se na potencializa??o das possibilidades discursivas e criativas e na reconstru??o dos v?nculos sociais desses sujeitos. Isto se faz ? medida que o acompanhante sustenta seu trabalho em acordos verbais, contratos terap?uticos e atividades em que comparece como mediador entre esses sujeitos e a realidade socialmente constru?da. PALAVRAS-CHAVES: Acompanhamento; Cl?nica; Psicose; Psican?lise.
( 10 páginas 9 ref. 6 f.) Psicologia Ci?ncia e Profiss - Ano: 2002
Cod. P08 . 22 . 2 - 6 2002 - 9 E A

PALCO P?BLICO DE DRAMAS PRIVADOS: A CL?NICA PSICANAL?TICA NOS AMBULAT?RIOS INSTITUCIONAIS
PINHEIRO, N. N. B.
Utilizando os conceitos frankfurtianos de p?blico e privado, o texto parte da problem?tica do atendimento psicanal?tico em ambulat?rios institucionais para analisar os fundamentos s?cio-culturais e hist?ricos que embasaram a funda??o da cl?nica psicanal?tica caracterizando-a como um m?todo espec?fico para lidar com as categorias privadas do indiv?duo levando ? necessidade de re-pensarmos sua utiliza??o dialetizando-a ao momento hist?rico atual. PALAVRAS-CHAVES: Psican?lise, Cl?nica psicanal?tica, Atendimento psicol?gico, Cultura, Ambulat?rio.
( 23 páginas 17 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2001
Cod. P17 . 12 . 02 - 12 2001 - 3 F A

A PSICAN?LISE E A UNIVERSIDADE - PESQUISA
MIGLIAVACCA, E. M.
A universidade surgiu no final do s?culo XI na Europa. O crescimento das cidades, maior divis?o do trabalho e a forma??o de um espa?o cultural comum a toda a cristandade criaram uma nova paisagem intelectual prop?cia ? forma??o institucionalizada em v?rios campos do conhecimento.
( 5 páginas 4 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2001
Cod. P17 . 12 . 02 - 12 2001 - 7 C A

FREUD, AS ENGUIAS E A RUPTURA EPISTEMOL?GICA
ADES, C.
Falta resumo.
( 11 páginas 19 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2001
Cod. P17 . 12 . 02 - 12 2001 - 8 F A

PSICAN?LISE E UNIVERSIDADE: PERSPECTIVAS
PINTO, E. B. et al.
Os avan?os da epistemologia contempor?nea indicam, enfaticamente, que a no??o de perspectiva tornou-se central na abordagem dos fen?menos humanos, de modo que consideramos mais do que oportuna a possibilidade de refletir sobre a presen?a de psican?lise na universidade, em termos do que significa como abertura de v?rias e interessantes perspectivas.
( 9 páginas 13 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2001
Cod. P17 . 12 . 02 - 12 2001 - 9 E A

PSICAN?LISE E UNIVERSIDADE: PERSPECTIVAS
FIGUEIREDO, L. C.
Falta resumo.
( 13 páginas 0 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2001
Cod. P17 . 12 . 02 - 12 2001 - 10 F A

PSICAN?LISE E UNIVERSIDADE: INTEGRA??O
HERRMANN, F.
Falta resumo
( 10 páginas 2 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2001
Cod. P17 . 12 . 02 - 12 2001 - 11 E A

INVESTIGA??O EM PSICAN?LISE NA UNIVERSIDADE
SAFRA, G.
At? mais ou menos o final da d?cada de setenta, houve grande produ??o de trabalhos e de pesquisas de orienta??o psicanal?tica. Se fizermos uma investiga??o na biblioteca, observaremos in?meras disserta??es e teses realizadas, nesse per?odo, na ?rea de concentra??o de psicologia cl?nica, pelo v?rtice psicanal?tico. Frequentemente, os seus autores afirmam que o trabalho foi feito sob orienta??o psicanal?tica. No in?cio dos anos oitenta surgem em maior n?mero trabalhos que se utilizam claramente da metodologia psicanal?tica.
( 5 páginas 0 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2001
Cod. P17 . 12 . 02 - 12 2001 - 12 C A

PSICAN?LISE E UNIVERSIDADE: ENSINO
SOUZA, O.
Falta resumo.
( 12 páginas 0 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2001
Cod. P17 . 12 . 02 - 12 2001 - 13 F A

PSICAN?LISE E UNIVERSIDADE: PESQUISA
EIZIRIK, C. L.
Falta resumo
( 8 páginas 0 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2001
Cod. P17 . 12 . 02 - 12 2001 - 17 D A

A NO??O CONSCI?NCIA NA ESTRUTURA DO COMPORTAMENTO (MERLEAU- PONTY)
FURLAN, R.
Nesta obra, privilegia-se a no??o de estrutura como alternativa ?s dicotomias da metaf?sica cl?ssica entre sujeito e objeto (res cogitans e res extensa), procurando com isso a uma s? vez entender a integra??o e as rupturas entre as diferentes ordens de fen?menos (f?sico, vital e humano). PALAVRAS-CHAVES: Merleau-Ponty, Maurice, Fenomenologia, Comportamento, Estrutura.
( 21 páginas 7 ref. 0 f.) Psicologia USP - Ano: 2001
Cod. P17 . 12 . 01 - 6 2001 - 1 F A


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